Introdução

Adamas é um personagem interpretado por Nikolas Raposo na campanha Raízes da Perdição.


Introdução
Descrição
Relacionamentos
Biografia
Campanhas
Curiosidades
Links

"Apenas um navegador, preso por um farol que absorve toda a luz"

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Descrição

Aparência
Um mercador humanoide de aparência celestial.

Seus olhos dourados brilham, e seus cabelos prateados fluem como metal líquido.

Sua pele pálida e quase luminosa exibe símbolos sutis que se movem como se sussurrassem segredos esquecidos.

Ele veste um manto escuro e elegante, ligeiramente desgastado, adornado com runas arcanas e toques dourados. Em suas mãos, segura um grimório envolto em seda negra, irradiando uma energia enigmática.

Seu sorriso é ao mesmo tempo, cativante e profundamente perturbador.

Personalidade
personalidade de Adamas gira em torno de três pilares principais: dinheiro, ocultismo e pragmatismo.

Relacionamentos

Família
Thanatos
Irmão

Aliados
Nyarlatothep

Inimigos
Nyarlatothep

Concorrentes
Merion

Biografia

Backstory
Adamas é um mercador astuto, sempre buscando oportunidades para lucro e crescimento pessoal. Ele enxerga as leis como meras diretrizes flexíveis e acredita que tudo tem um preço, seja em ouro, segredos ou favores.

Apesar disso, não é cruel ou maligno por natureza. Ele pode ser um aliado valioso para aqueles que compartilham de sua visão pragmática e estão dispostos a negociar.

Em sua busca por artefatos especiais que poderiam ser vendidos no mercado negro, Adamas recebeu uma dica de uma figura estranha e encapuzada de que poderia encontrar artefatos em uma ruína próxima dali.

Enquanto explorava uma ruína esquecida em busca de artefatos, Adamas encontrou uma antiga biblioteca subterrânea. Entre prateleiras de livros mofados e pergaminhos carcomidos pelo tempo, seus olhos recaíram sobre um anel pulsante de energia.

Ao vesti-lo, foi subitamente transportado para uma dimensão de caos e sussurros, onde uma figura sorridente de mil rostos se apresentou como Nyarlathotep. O Grande Antigo lhe ofereceu um pacto: conhecimento proibido, poder sobre a mente alheia e riquezas além da compreensão. A tentação foi irresistível, e Adamas aceitou sem hesitar.

Durante anos, ele prosperou como mercador, adquirindo e vendendo artefatos exóticos e proibidos. Seu nome se tornou lendário nos círculos clandestinos, sempre trazendo itens impossíveis e relíquias de origens desconhecidas. Porém, tudo mudou quando Nyarlathotep lhe ordenou entregar um artefato específico a um comprador comum. Era uma peça intrigante, uma estátua de jade com olhos de ônix, e o cliente, um homem simples, pagou uma fortuna para possuí-la. Inicialmente, Adamas não pensou muito no negócio — somente mais uma venda lucrativa.

Então, os rumores começaram. O comprador começou a delirar, sua mente se despedaçando em pesadelos vivos. Dias depois, Adamas encontrou o homem novamente, mas ele já não era humano. Sua carne se contorcia como se algo tentasse escapar de dentro. Entre gritos e lamentos, o cliente o amaldiçoou, implorando para que o libertasse do tormento, antes de se desmanchar em um amontoado de tentáculos e sombras.

A visão o perseguiu desde então. Pela primeira vez, ele se perguntou se o preço do poder era alto demais. Antes, via Nyarlathotep como um patrono excêntrico, mas agora percebia a verdade: ele era somente mais um mensageiro de um horror insondável, trazendo destruição onde quer que fosse. E, pela primeira vez, desejou nunca ter aberto aquele tomo maldito.

Tomado pelo remorso, Adamas decidiu doar quase toda a fortuna que havia recebido com a venda do artefato para a família do homem, tentando reparar o dano irreparável que causara. Mas ele sabia que dinheiro algum poderia apagar seu pecado. Agora, ele vaga pelo mundo, dividido entre seu desejo de se libertar do pacto e o medo do que Nyarlathotep poderia fazer caso tentasse escapar de sua influência.


Adamas e seu irmão, Thanatos, cresceram juntos em um orfanato em Valfior, após a morte de seus pais. Desde cedo, sonhavam com riquezas e fama, sempre acreditando que poderiam alcançar grandes coisas se trabalhassem juntos. A vida no orfanato não era fácil, mas sua ambição os unia e alimentava suas esperanças de um futuro melhor.

O momento de virada na vida de Adamas ocorreu quando ele fez o pacto com Nyarlathotep. Com a promessa de riquezas, poder e conhecimento proibido, adamas estava convencido de que tomara a decisão certa. Quando finalmente contou a Thanatos sobre o pacto, o irmão, inicialmente cético e preocupado com as implicações, desaprovou a escolha. Porém, Adamas estava tão embriagado pelo poder e pelas perspectivas que o pacto trouxe que ignorou as palavras de Thanatos.

A tensão entre os irmãos cresceu, até que uma discussão culminou em Adamas exclamando, com um sorriso arrogante: “Você deveria conhecer Nyarlathotep. Você verá que não é tão ruim assim. Só precisa entender o que ele pode oferecer.”

Dois dias depois, Thanatos saiu de casa sem deixar rastros. Adamas, tomado por uma mistura de raiva e preocupação, tentou não se importar, mas algo dentro dele sabia que a situação estava longe de ser normal. Em um impulso, contatou seu patrono, pedindo que Nyarlathotep “tomasse conta” de Thanatos, mostrando a ele o que havia encontrado no pacto e convencendo-o de que o poder oferecido não era tão malévolo quanto parecia.

Semanas se passaram e Thanatos não retornou. Adamas, embora mantendo a fachada de indiferença, começou a sentir uma crescente angústia. Ele procurou Nyarlathotep novamente, insistindo para saber o que havia acontecido com seu irmão. O patrono, com a voz sibilante e misteriosa, somente lhe disse: “Estou tomando conta dele, como você pediu. Não se preocupe.”

O tempo passou, e a paranoia de Adamas aumentou. Depois do incidente com a estátua de jade, ele sentiu que algo estava errado. O medo tomou conta de sua mente e, em um acesso de desespero, pediu a Nyarlathotep mais uma vez: “Onde está meu irmão? O que você fez com ele?”

A resposta do patrono, calma e indiferente, veio como uma lâmina fria: “Estou tomando conta dele, como você pediu. Não se preocupe.”

Foi então que a verdade se revelou para Adamas de maneira brutal. Nyarlathotep não estava somente cuidando de Thanatos como ele pensava; o patrono estava possuindo o corpo de seu irmão, consumindo-o por dentro, mostrando-lhe o seu próprio mundo de desespero e corrupção. O que Adamas havia considerado um simples favor do patrono, na realidade, era a entrega de seu irmão a um mal indescritível e insuportável. Ele havia condenado Thanatos a um destino pior do que a morte sem sequer saber.

A culpa tomou conta de Adamas. Ele sabia que não poderia retroceder. Ao invés de proteger seu irmão, ele havia sido responsável por sua queda. E agora, com a revelação do verdadeiro destino de Thanatos, Adamas carregava não somente a dor da traição, mas também a sombra de um pacto que ele não poderia desfazer.

Campanhas

Raízes da Perdição | Temporada 1

A história começou sob as luzes festivas de Valfior, durante o Festival das Lanternas, mas a celebração foi brutalmente interrompida por um ataque terrorista que mergulhou a cidade em um pesadelo. Uma criança foi sequestrada, e um grupo de aventureiros improváveis — Adamas se juntou a uma hobgoblin paladina, um duergar clérigo, uma elfa patrulheira, um anão monge e um anão feiticeiro — todos unidos pelo caos, cada um seguindo seus próprios presságios e deveres que convergiam para a mesma escuridão crescente.

A Investigação: Desmascarando o Culto

A perseguição ao sequestrador deu uma nova direção a Adamas, que guiado pelos desejos de seu patrono se viu a formar uma equipe com seus recentes conhecidos, a investigação revelou uma conspiração muito mais profunda. Eles descobriram um culto sombrio, que adorava a entidade da fome, Xhavos, e espalhava uma praga de licantropia através da cidade, transformando cidadãos em homens-rato. A investigação se tornou uma caça por pistas em uma Valfior cheia de segredos, levando-os a confrontar a história da cidade, facções como o Grão Partido e os segredos enterrados no subterrâneo da cidade.

Enquanto o grupo desvendava a estrutura do culto e a história de seus fundadores, Adamas navegava em um jogo particular. Ligado por seu pacto, ele recebia ordens secretas e visões que o guiavam até um artefato que era de interesse de seu patrono. Sua jornada o colocou em contato com Lorde Cedrik, o astuto conselheiro do Duque, que Adamas descobriu ser, na verdade, o grande mago Baldur Heather, e que era outro escravo das vontades de seu patrono. Eles formaram uma aliança secreta com o objetivo de se desvincularem das garras de Nyarlatothep. Essa aliança deu a Adamas acesso a informações privilegiadas e um motivo maior para ajudar o grupo a investigar o culto de Xhavos, pois seu líder Morgath possuía a coroa capaz de libertar Adamas e Cedrik.

A Conspiração: Política, Segredos e um Leilão

A ameaça escalou de um problema do submundo para uma crise de estado, atraindo a atenção do Duque de Valfior. O grupo se viu no centro de uma complexa teia política, onde o Grão Partido, liderado pelo idealista Ferris, revelou ter objetivos políticos revolucionários e que faziam acordos com os membros do culto de Xhavos.

As tensões internas no grupo explodiram quando a natureza sombria de Adamas foi percebida por Ozur Treventhor, o clérigo. Uma frágil trégua foi forjada, deixando a aliança do grupo por um fio. Agora a busca se direcionava para três medalhões antigos que seriam responsáveis por abrir os portões de Koda'Vael, a ponte que leva ao subterrâneo. Para conseguir o último medalhão o grupo precisou se infiltrar em um leilão secreto da Confraria do Olho Esmeralda, uma sociedade secreta de elite. Para garantir a entrada, eles aceitaram um contrato com Velrys, uma mulher perigosa, para assassinar uma nobre Drow no meio do leilão, mergulhando de cabeça no mundo da intriga e do engano.

A Queda: Koda'Vael e o Desastre em Valfior

O leilão foi um sucesso agridoce, eles não conseguiram matar o alvo, porém, garantiram o último medalhão, ao custo de um favor com o organizador do leilão, colocando Adamas os demais em uma nova e perigosa teia de contratos. A jornada para o portão de Koda'Vael foi precipitada pelo sequestro de Verina, a filha do Duque, durante uma reunião diplomática, onde o Duque estava recebendo os representantes das terras mais importantes do reino de Corus, isso forçou o grupo a fazer mais um acordo com Veryys para descobrir o paradeiro da sequestradora, para isso deveriam tirar a vida de uma representante de Toria, uma das cidades mais importantes do continente. Como a vida de Veirina estava em perigo, ela era a prioridade e dariam seguimento ao Assasinato quando voltassem.

Eles encontraram a sequestradora perto da entrada do local onde levaria a ponte de Koda'Vael, para que a vida de Veirina fosse garantida, precisamos fazer uma breve aliança com a sequestradora, para que ajudássemos ela a atravessar a ponte. Porém a travessia foi um pesadelo psíquico, porém facilitado pelo patrono de Adamas, que o concedeu resistência mental durante o trajeto. Além da ponte, eles descobriram uma cidade subterrânea ancestral, assombrada por fungos que atacavam a mente e guardada por demônios. A fuga desesperada desta cidade perdida levou-os de volta a Valfior, apenas para encontrar a cidade em ataque. O culto havia feito seu movimento enquanto o grupo estava no subterrâneo, a cúpula diplomática fora massacrada e o Duque estava morto. A ameaça que eles perseguiam havia vencido.

O Fim do Começo: Sacrifício, Perda e uma Súplica Final

Diante de uma Valfior devastada, o grupo forjou uma aliança final com Ferris e o Grão Partido para um ataque total à fortaleza de Morgath. Lá dentro, a busca pela Coroa da Voracidade, um artefato que Adamas acreditava ser a chave para sua liberdade, atingiu seu clímax. A derrota de Morgath foi seguida por um conflito interno devastador. Adamas falhou em clamar a coroa, Ozur o atacou, e em meio ao caos, o irmão de Adamas, Thanatos, apareceu mostrando que ele também estava sobre as correntes de seu patrono.

Tse'tillya se uniu à coroa, e dentro dela conversou com entidades misteriosas que afirmavam conseguir realizar a libertação de Adamas, ele então concordou em não tomar a coroa para si, e aceitar a ajuda do grupo, mas as trevas de seu patrono avançaram, elas perseguiram o grupo, e Tse'tiliya sacrificou-se para garantir a fuga do grupo, selando-se para sempre do outro lado de uma parede de pedra.

Desolado, tendo perdido seu irmão, a coroa e sua companheira de equipe, Adamas foi ao encontro de Cedric. Sem esperança, eles concordaram com um último ato de desafio: destruir o livro de Nyarlathotep e causar dor ao seu mestre. Foi então que Alvyn Garrick interveio, oferecendo uma última e desesperada aposta: um grande ritual para invocar a ajuda de todos os deuses de Valfior. O preço? A alma de Cedrik, que se revelou ser a de um dragão ancestral.

A primeira temporada terminou com Adamas, o bruxo que fez um pacto com a escuridão, preparando-se para liderar uma súplica à luz, em uma tentativa final de salvar a si mesmo e ao que restou do mundo.

Raízes da Perdição | Temporada 2

O Êxodo: As Águas do Pesadelo e o Fim do Pacto A vitória em Valfior não trouxe descanso, mas uma transformação fundamental. Através do ritual de Alvyn Garrick, Adamas realizou o impossível: persuadiu os deuses de Valfior a romperem seu pacto com Nyarlathotep sem sacrificar a alma de Cedrik. O preço foi a perda de seus poderes sombrios originais, mas Baldur Heather foi mantido ao seu lado em sua forma de mago ancião, com sua essência de dragão vinculada ao grupo até que a ameaça da Coroa fosse resolvida. Livres das correntes do mestre do caos, o grupo — agora acompanhado pela jovem Lia — mergulhou no Lago Subterrâneo. O objetivo era claro: buscar o Templo da Água e desvendar os mistérios das Joias da Voracidade. A travessia foi um batismo de sangue e frio, enfrentando correntes gélidas, névoas assombradas e mortos-vivos que tentavam arrastá-los para as profundezas.

O Enclave e a Árvore Sagrada: Revelações Ancestrais Ao chegarem ao Enclave da Tríade, a natureza da missão escalou. O grupo descobriu que Lia era, na verdade, 70% Merfolk e um dos últimos "Dragões de Prata", tornando-a uma peça central no tabuleiro geopolítico. Através da restauração da Árvore Sagrada e do Enclave, o grupo restabeleceu contato com Rhogar e recebeu avisos sombrios sobre a Coroa da Voracidade: as joias jamais deveriam ser reunidas. O caminho levou ao Templo da Água, onde Nodarath provou sua determinação e o grupo enfrentou um Dragão Verde corrompido por fungos roxos, percebendo que a influência da Coroa estava apodrecendo os pilares elementais do mundo.

A Geopolítica do Aço: O Cerco de Rochedo Azul A busca por respostas levou o grupo à superfície, nas terras dos anões. Em Rochedo Azul, Adamas e Ozur navegaram por uma teia de clãs e barões para garantir alianças contra a máquina de guerra de Tória. O conflito atingiu seu ápice quando o exército toriano sitiou a montanha usando o "Sol Negro", uma arma necromântica devastadora. O cerco culminou no sacrifício heróico do Rei Anão, que deu seu próprio coração para estabilizar a estrutura da montanha, e na queda de um meteoro púrpura — a Cor que Caiu do Espaço — que espalhou a loucura de Nyarlathotep no campo de batalha, forçando um armistício frágil entre as potências em guerra.

Tória: Intriga Imperial e o Assalto ao Cofre 10 Sob o comando de uma nova ordem, o grupo partiu para Tória, a capital do Império. Enquanto Ozur enfrentava o julgamento inquisitorial e os sussurros de Belial — o demônio da coroa que agora Adamas conseguia ver claramente —, o grupo planejou um assalto audacioso ao Banco Central. O objetivo era o Prisma Interestelar e o Disruptor de Memórias, guardados no impenetrável Cofre 10. A operação foi um caos cinematográfico: doppelgangers infiltrados, explosões nos esgotos e o uso imprevisível do Deck of Many Things por Nodarath, que resultou no resgate de Elric, mas na morte trágica de Nunatak. Em meio ao desastre, Adamas selou um acordo com o Ilítide morto-vivo Azin Dar, obtendo tecnologias proibidas para enfrentar a Sombra.

O Destino Final: O Martelo e a Véspera do Caos A temporada encerra-se com o grupo descobrindo que as Joias da Voracidade são componentes para uma arma de destruição em massa. Com o Duque de Tória sob influência maligna e a Coroa em mãos inimigas, surge uma última esperança: o Martelo de Lula, forjado na Tempestade, capaz de destruir as joias definitivamente. Enquanto exércitos de demônios cruzam os céus e a Ordem reconhece Ozur como sua "Majestade", o grupo se prepara para o confronto final. Entre a vida e a aniquilação, o bruxo sem mestre e seus aliados agora seguram os fios que podem tanto salvar o continente quanto desencadear o despertar definitivo da Voracidade.

Raízes da Perdição | Temporada 3

As Dimensões Estilhaçadas e a Torre Ilítide A busca por uma arma capaz de destruir as Joias da Voracidade levou Adamas e o grupo aos segredos esquecidos do subterrâneo. Para abrir caminho até uma antiga Torre Ilítide, Adamas conduziu um ritual de sacrifício de memórias. Ele ofereceu a lembrança de sua última discussão com seu irmão Thanatos, mas, em um golpe cruel da magia, não a perdeu: a memória foi corrompida, tornando-se ainda mais tensa e dolorosa. Lá dentro, Adamas usou seus poderes psíquicos para investigar a origem da torre e um misterioso buraco negro que abrigava a joia que faltava. Após Ozur e Nodarath saltarem impulsivamente para dentro da anomalia espacial e desaparecerem, Adamas liderou o restante do grupo no salto para o desconhecido.

Eles caíram em CalibOros, um reino de vigília estrita. Salvos por um peculiar castor gigante enviado por Nodarath, Adamas logo descobriu que Ozur havia sido capturado e torturado, apenas para ser bizarramente "salvo" por Belial. Para escapar daquele plano, Adamas e o grupo precisavam rastrear o demônio Mau. A barganha por informações os forçou a entrar em um torneio para matar um campeão vampiro ancestral e depressivo. Enquanto Ozur apanhava brutalmente do samurai Akaryu na arena, Adamas aproveitava o espetáculo nas arquibancadas, comendo pipoca e fofocando com Natasha sobre a proximidade entre Nodarath e Leah. Após Tse'tillya e seu recém-descoberto irmão vencerem o torneio, Adamas negociou diretamente com a deusa Malithis, garantindo a proteção divina necessária para que pudessem invadir o perigoso Palácio das Memórias.

A Fuga da Ilusão e o Despertar do Vulcão Descendo pelas profundezas do Palácio das Memórias, Adamas lutou contra minotauros, beholders e o próprio demônio Mau. Contudo, a vitória foi roubada na saída: Belial os emboscou disfarçado de acólito, assassinou o deus Lurkron com seu próprio tridente e baniu Adamas e o grupo por um portal. Eles aterrissaram no que parecia ser um futuro cyberpunk caótico, onde foram imediatamente presos. Enquanto Ozur entrava em uma espiral de paranoia suicida, perseguindo teóricos da conspiração, Adamas encontrava a situação cômica. Ele passou seu tempo no hotel fascinado por um "computador" — um artefato mágico de conhecimento infinito.

Usando as informações dessa máquina, o grupo encontrou um cientista capaz de extrair a alma da bruxa Velkara de Nodarath. No laboratório, Adamas trabalhou duro para manter Nodarath consciente durante o processo excruciante. Com as autoridades locais arrombando a porta, a recém-desperta Velkara abriu um portal de fuga no terraço. Ao atravessarem, Adamas descobriu a verdade: o futuro cyberpunk não passava de uma simulação no reino ilusório de Entreterium. Na verdade, eles haviam despencado no tempo para a cidade draconata de Cronolita, na 4ª Era. Com a Joia da Voracidade recuperada, Adamas tentou barganhar com a alma da bruxa em seu interior. Diante da recusa dela, o grupo lançou a joia no vulcão local. A destruição do artefato gerou uma erupção tão cataclísmica que nem a entidade do Primeiro Dragão pôde contê-la, forçando Adamas a fugir desesperadamente de um apocalipse de fogo e cinzas. Assombrados por uma profecia de que os demônios invadiriam Valfior, Adamas e seus aliados mudaram a rota: abriram um portal para Azalen, prontos para reivindicar as terras ancestrais de Ozur.

A Morte no Gelo e o Exílio do Bruxo De volta ao presente, o grupo chegou a Azalen e logo se dividiu. Enquanto Ozur mergulhava na política local ao lado de Lady Meirith, Adamas seguiu com o restante do grupo em uma perigosa expedição pelas montanhas geladas, buscando recrutar a força dos gigantes para a iminente batalha final. A jornada, no entanto, provou-se letal: Adamas e Nodarath foram emboscados, mortos e transformados em servos múmias pelo necromante Cracios. Adamas só descobriria mais tarde que sua vida e consciência foram compradas de volta por Natasha e Tse'tillya, que entregaram um ovo celestial ao necromante — um impasse tenso que culminou no nascimento explosivo do próprio deus dragão Bahamut.

Ao retornarem a Azalen após a provação no gelo, Adamas encontrou um cenário político intragável: Ozur estava prestes a selar seu casamento com a manipuladora Lady Meirith. Discordando frontalmente dessa aliança, Adamas não hesitou em conspirar abertamente contra a nova esposa de seu aliado. A audácia do bruxo não passou impune, e Meirith exigiu que Ozur o expulsasse de suas terras. Com um sorriso de desprezo e um prazer sombrio em se afastar daquela corte, Adamas aceitou o exílio de bom grado e partiu para o Oeste, sendo prontamente acompanhado por Natasha.

O Cajado de Yuldra e a Barganha pela Coroa Guiados pelas visões do panteão, Adamas e Natasha localizaram o Pilar de Ônix, mas esbarraram em um impasse: a tumba só se abriria com a presença de um clérigo, um paladino e um fiel. Precisando de Ozur e Tse'tillya, a dupla acampou, recebendo a companhia inesperada de Kalithieu, uma elfa que os havia ajudado no passado. Durante a espera, Adamas soube por mensagens que os lordes de Azalen tentavam rebaixar o reino a uma mera confederação. Fiel ao seu pragmatismo frio, o bruxo aconselhou Ozur a se impor e reivindicar seu direito divino como rei. Adamas só descobriria mais tarde que, embora Ozur tenha hesitado, sua manipuladora esposa forçou uma guerra sangrenta que culminou com o anão coroado como o verdadeiro rei de Azalen. O grupo finalmente se reuniu quando John (o mago Baldur) utilizou seus poderes para abrir um portal até Kongmoletom, trazendo o novo rei e os aliados até o pilar.

Após desvendarem os enigmas e abrirem a tumba de Yuldra, a armadilha letal se fechou: Kalithieu revelou não ser a elfa aliada, mas um demônio metamorfo a serviço de Nyarlathotep. O combate no interior do túmulo foi rápido e devastador, culminando na morte simultânea de Adamas e Natasha. Tse'tillya conseguiu alcançar o cajado sagrado e banir o demônio para longe, mas para Adamas, o mundo já havia mergulhado na escuridão.

No plano material — como Adamas viria a saber depois —, o tempo de ressurreição de Ozur havia se esgotado. John, num ato final de redenção e sacrifício, ofereceu sua preciosa alma de dragão para reviver apenas uma pessoa antes de se desfazer em poeira. O grupo escolheu salvar Natasha, cientes de que Adamas faria a mesma escolha e apostando que o bruxo engenhoso conseguiria "se virar" nas mãos de seu antigo patrono. O verdadeiro desastre, no entanto, veio das boas intenções de Ozur. Desesperado para salvar o amigo, o clérigo empunhou o Cajado de Yuldra e rezou por um milagre. O que Natasha havia esquecido de explicar era que a relíquia era um Cajado de Expulsão. A magia reagiu à energia demoníaca que os matou, anulando as âncoras planares e banindo o cadáver físico de Adamas diretamente para o reino sombrio de Nyarlathotep.

Com o corpo e a alma agora aprisionados no domínio absoluto do "Titio Totep", Adamas não teve escolha a não ser firmar o contrato definitivo. Em um jogo de xadrez cósmico com sua própria existência em risco, ele selou o pacto: em troca de sua ressurreição imediata e de libertar seu irmão Thanatos das garras do patrono para sempre, Adamas jurou entregar a Coroa da Voracidade nas mãos da entidade cósmica.

A Batalha Final no Templo do Fogo Com as legiões demoníacas prestes a surgirem em valfior, Adamas e o grupo reuniram todas as forças que podiam e marcharam com os exércitos aliados para o subterrâneo. Enquanto as tropas seguravam a ponte de Koda'Vael, Adamas tentou usar os poderes de seu patrono para encontrar a melhor forma de chegar ao templo do fogo, porém havia uma ilusão de ótica que os permitiu chegarem ao Templo do Fogo. No altar flamejante, Adamas folheou um tomo encadernado em pele humana, inadvertidamente puxando a entidade Belial para o plano físico. Assumindo a linha de frente, Adamas usou provocações ácidas para atrair a fúria do demônio, ganhando tempo para que Ozur selasse os portais. A tática lhe custou caro: Belial o golpeou violentamente, deixando-o inconsciente enquanto aliados como Natasha, Nunatak, Leah e Akaryu eram trucidados.

Despertando em meio ao caos e ao sangue de seus amigos, Adamas ergueu-se a tempo de desferir o golpe de misericórdia, reduzindo Belial a cinzas e devolvendo-o ao inferno. Carregando os corpos dos caídos e agora amparado por seu irmão Thanatos — finalmente livre das amarras do pacto —, Adamas ascendeu a Valfior. Contudo, emergindo em uma cidade sob cerco demoníaco, Adamas fixou seu olhar frio no palácio: com a vida de seu irmão a salvo e a sua própria pendurada nesse último acordo, arrancar a Coroa da Voracidade do Duque não era mais apenas uma forma de salvar o mundo, mas a conclusão inadiável de seu pacto sombrio.

Curiosidades

Como todos os personagens de Nikolas Raposo que não foram rolados aleatoriamente, o nome adamas foi escolhido por começar com a letra 'A'.

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Apelidos

Títulos Mercador de Artefatos

Pronomes Ele/dele

Raça Aasimar

Classe Bruxo
Pacto do Grande Antigo

Idade 25

Idiomas Anão
Comum
Élfico

Locais Valfior
Ducado de Valfior

Jogador Nikolas Raposo