Aluvial nasceu em Nerisal, na região de Zehania, filha de Mika — um homem que havia construído sua fazenda numa floresta cheia de vida e que vivia da terra com serenidade. Tinha uma irmã, Vanariel, com quem cresceu antes que a Ordem dos Cavaleiros de Misthios — corrompida pelo novo líder que havia cobiçado uma pedra poderosa — levasse as filhas de Mika como pagamento de dívida. Aluvial e Vanariel foram declaradas mortas em rituais. Mika perdeu a esposa Catarina ao suicídio. Ficou sozinho.
O que aconteceu com Aluvial após ser levada nunca foi completamente explicado. O que se sabe é que sobreviveu — e que emergiu como guerreira rebelde de Lurkron, paladina da ordem, escaladora habilidosa, parte do grupo de membros da Ordem de Lurkron que Tarful encontraria em Mercerys. Ela auxiliou a lutar na batalha de Eredor e Ygnorth, em Corus. Atuou buscando textos, relíquias e objetos.
Depois da batalha contra Isaac em Zaratustra, Tarful entregou o broche de seu pai - uma folha verde de prata com uma pequena flor amarela — dizendo que lamentava tudo que ela havia passado e que havia conhecido Mika. O pedido de casamento veio no retorno de Silentium, depois que ela sobreviveu à inundação. A cerimônia aconteceu numa igreja de madeira de Breland, em Eberron, celebrada por Vivaldi. Lutaram contra Merlin e suas forças em diversas vezes. Em Eberron, ela estava disposta a se sacrificar para que o grupo conseguisse a pedra chave de lá.
Semanas depois, forças do fogo eterno a capturaram, e a levaram para Urbruk. Semanas de silêncio se seguiram, ela acabou perdendo a memória.
Em Skuggheimr, com a memória recuperada, lutou ao lado do grupo na batalha final — e quando viu que as forças de Nyarlathotep venceriam, se sacrificou para selar a entidade. "O preço foi pago... O Grande Sombrio não pode atravessar... O sacrifício foi feito." Morreu nos braços de Tarful sem despedida suficiente. Em forma de espírito, voltou uma última vez numa montanha de Shadowhell — para dizer o que precisava ser dito sobre Tarful.
No Templo de Äskkrigare, em Skuggheimr, os membros construíram uma estátua com uma área para reza e para momento de reflexão próximo a arvore onde ela foi enterrada após a batalha.
"coloque alguma citação que seja fial a personagem aqui e não esqueça de declarar o personagem que falou."

Nome
relação
Aparência
Falta descrever
Personalidade
(A parte da personalidade deve ser mais sucinta, relação com bolinha x ou luizinho y é algo a parte)
Aluvial era a soma de tudo que havia sobrevivido. Criada na dureza de uma família que perdeu filhas para rituais de uma Ordem corrompida — que viu a mãe se suicidar e o pai ficar sozinho numa fazenda na floresta — ela havia construído uma armadura interna tão eficaz quanto qualquer couraça de metal. Não era fria: era contida. A contenção de Aluvial vinha de uma consciência afiada de que o mundo exigia mais do que devolvia, e que sobreviver com dignidade exigia não desperdiçar energia emocional em lugares que não a mereciam. Quando ela dava, dava completamente — como no sacrifício final. Quando retinha, retinha com precisão cirúrgica.
Sua relação com Tarful foi genuína e complicada ao mesmo tempo. Ela o havia visto de perto o suficiente para conhecer seus defeitos — a negligência, o egoísmo disfarçado de missão, as palavras guardadas para depois que nunca chegavam. O beijo no rosto quando ele lhe entregou o broche do pai foi um gesto que dizia mais do que ela precisava explicar. O casamento na igreja de madeira de Breland foi real. Mas havia também o silêncio — as semanas sem resposta ao poema enviado de Entreterium, a perda de memória que a deixou sem referência quando chegou a Skuggheimr, a incapacidade de Tarful de estar completamente presente quando ela mais precisava. Aluvial amava com consciência dos limites — o que a tornava ao mesmo tempo mais sábia e mais sozinha do que deveria.
O sacrifício em Skuggheimr foi coerente com quem ela havia sido a vida toda: uma mulher que agia quando precisava agir, sem esperar que o momento fosse perfeito ou que as despedidas fossem suficientes. Balbuciou palavras sobre dever e sacrifício porque era o que havia — não porque faltavam outras palavras, mas porque o tempo não comportava mais do que isso. A última coisa que disse a Tarful, em forma de espírito na montanha de Shadowhell, foi que ele precisava superar seu maior defeito. Era o tipo de coisa que apenas Aluvial diria — direta, precisa, sem ornamento. Era amor da forma que ela sabia dar.
Pronomes Ela/dela
Raça Elfa
Idade Desconhecida
Afiliação Ordem de Lurkron
Rank Comandante
Ocupação Paladino
Locais Local
local