⬩ Introdução

Pronator era clérigo de Lurkron de origem não documentada nos registros da Irmandade da Alvorada. O que se sabe é que sua presença em Rindatom havia se tornado um problema diplomático: seus sermões e declarações públicas haviam ofendido seguidores e sacerdotes de Anubis — pai de Atom Briarfell Tenorion, imperador de Rindatom — ao ponto de ser preso e condenado à execução iminente. Atom enviou Tarful para a cadeia com a missão de resgatar o clérigo problemático. Tarful foi.

Pronator saiu da prisão agradeceu de forma singela depois de ser convencido e sem suavizar o que havia dito. Mas saiu. E quando Tarful partiu para Puglia em busca de Azalen, Pronator se juntou ao grupo — não por gratidão calculada, mas porque a missão era de Lurkron e ele era clérigo de Lurkron, e isso era suficiente para ele. Na subida pelas cadeias de montanha de Puglia, conduziu parte das tropas pelas passagens mais perigosas. O Behir que atacou o grupo matou a maior parte dos clérigos de Lurkron que haviam subido. Pronator morreu nessa subida, conduzindo os homens. Tarful e Adrian sobreviveram capengando. Os mortos foram enterrados nas montanhas com preces. Pronator foi um deles.

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⬩ Descrição

Aparência

Aparência


Personalidade

Pronator era um homem cuja fé havia se tornado a medida com que julgava o mundo — e o problema não era a fé em si, mas a rigidez com que a aplicava. Havia nele uma convicção inabalável de que Lurkron era o caminho correto e que qualquer desvio desse caminho merecia ser nomeado como erro, publicamente e sem delicadeza. Isso o tornava difícil de suportar em ambientes que exigiam diplomacia e coexistência — como a prisão de Rindatom, onde ofender os seguidores de Anubis quase lhe custou a vida. Mas a mesma convicção que o tornava inflexível também o tornava inabalável diante do medo.

Ao se juntar a Tarful Traventhor, algo na jornada trabalhou nele sem que fosse percebido de imediato. Pronator não abandonou a intolerância — mas demonstrou, nas montanhas de Puglia, que havia algo mais fundo do que a rigidez: uma persistência genuína, uma capacidade de continuar mesmo quando o caminho exigia mais do que qualquer homem deveria dar. Liderou tropas por passagens que mataram a maioria. Morreu fazendo isso. Não foi uma morte de mártir consciente — foi a morte de alguém que estava na frente porque achava que deveria estar, e que não recuou quando deveria.

Havia, no fundo de Pronator, um homem que acreditava de verdade. Não no sentido conveniente da fé — no sentido que dói e persiste mesmo quando o mundo não colabora. Era isso que Tarful havia resgatado da prisão de Atom: não um aliado fácil, mas um clérigo que sabia, na medida do que importava, do que era feito.

⬩ Relacionamentos

Nome
relação


Pronomes Ele/dele

Raça Humano

Idade 66

Afiliação Ordem de Lurkron

Rank Clérigo

Ocupação Clérigo

Locais Local
local