⬩ Introdução

Isolde Voss é uma personagem interpretada por Márcio Clini na campanha Ravenloft: Segredo das Brumas.


⬩ Introdução
⬩ Descrição
⬩ Relacionamentos
⬩ Biografia
⬩ Campanhas
⬩ Curiosidades
⬩ Links

"Não lute... Eles já vieram te buscar."

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⬩ Descrição

Aparência

Isolde é uma garota de 25 anos, 1,71m com os cabelos negros com detalhes vermelhos tão bem cuidados que brilham até, ela possui chifres aparentes porém são praticamente imperceptíveis por conta da beleza fria e o olhar que às vezes é penetrante como se ela tivesse te analisando, e as vezes vazio como se ela não estivesse ali.

Seus olhos são vermelho vivo, um vermelho impossível de passar despercebido. Sua pele é branca que chega a ser pálida, um branco praticamente sem vida, totalmente contrastante com seus olhos.

Isolde usa uma máscara branca que tampa uma parte do seu rosto, a parte que ela quer esconder, a marca da entidade que a assombra desde seu nascimento.

Isolde veste uma armadura de couro preta, usa uma capa bonita, com uma capa e capuz pretos também.


Personalidade

Silenciosa e inquietante, cuja presença carrega um desconforto sutil, como se algo nela estivesse sempre ligeiramente deslocado da realidade. Sua moral não nasce de virtude, mas de um instinto fragmentado; ecos de algo antigo que sussurra através dela, guiando suas ações de forma quase involuntária.

Isolde não confia em si mesma. Há pensamentos que não parecem seus, lembranças que nunca viveu e impulsos que surgem sem aviso, como mãos invisíveis conduzindo seus passos. Por isso, mantém distância emocional, preferindo observar nas sombras a se permitir conexões que possam revelar o que ela realmente é.

Apesar disso, há uma estranha forma de lealdade em seu comportamento. Não é afeição, é mais próxima de uma dívida não compreendida. Ela protege seus aliados não por carinho, mas por uma sensação incômoda de que perdê-los teria consequências… piores do que a morte.

⬩ Relacionamentos

Família

Viktor Voss
Pai
Anneliese Voss
Mãe
Alaric Voss
Tio


Aliados

Aliados


Inimigos

Inimigos

⬩ Biografia

O Início

Na fronteira esquecida de Baróvia, existia uma propriedade antiga conhecida apenas como Mansão Voss. Não havia música nos corredores, nem criados caminhando pelos salões. Apenas madeira apodrecendo, cortinas fechadas e o cheiro constante de chuva entrando pelas frestas.

Isolde nasceu numa noite de tempestade.

Sua mãe, Anneliese, morreu durante o parto. Pelo menos, era isso que diziam.

Seu pai nunca mais foi o mesmo depois daquela noite. Alguns diriam que enlouqueceu, outros que apenas revelou o homem que sempre existiu por trás da fachada nobre. Ele culpava a filha pela morte da mulher que amava. Não gritava não batia nela, o que fazia era pior: ignorava sua existência como se Isolde fosse um erro que nunca deveria ter respirado.

As mudanças começaram devagar. Primeiro vieram os olhos, um tom estranho, intenso demais para parecer humano sob a luz fraca das velas. Depois, marcas finas e escuras começaram a surgir pela pele do rosto, como raízes secas crescendo sob a carne. Viktor passou a evitar até olhar para ela, enquanto o velho caseiro fazia o sinal da cruz sempre que Isolde cruzava o corredor. Mas o pior não eram as marcas. Era a maneira como as pessoas, mesmo as poucas que ela conhecia, pareciam inquietas perto dela, como se algo invisível estivesse sempre parado atrás de seus ombros.

Por vergonha… ou medo… Viktor a manteve escondida do mundo.

A mansão foi se deteriorando junto da família. Sem empregados, sem visitas, sem vida. Apenas Viktor trancado em seus próprios aposentos, Alaric cuidando da propriedade decadente e um velho caseiro que raramente falava mais do que o necessário.

Foi Alaric Voss, o irmão mais novo de Viktor, quem realmente criou Isolde.

Solteiro e amargurado, Alaric carregava um segredo enterrado havia anos: ele amava Anneliese antes mesmo dela se casar com Viktor. E embora nunca tivesse confessado isso em voz alta, Isolde percebia no olhar dele. Às vezes, quando ele pensava que estava sozinho, encarava um retrato antigo da mãe dela com uma tristeza quase doentia.

A relação entre os dois começou próxima, mas se desgastou conforme Isolde cresceu. Porque Alaric escondia coisas dela. Muitas coisas.

A principal delas era uma máscara.

Uma máscara branca, delicada, guardada num cômodo trancado da mansão. Diziam que pertencera a Anneliese. Isolde só descobriu sua existência porque certa noite… alguém sussurrou sobre ela enquanto dormia.

“Ela ainda espera por você.”

Isolde a colocou apenas por curiosidade. Pela primeira vez em anos, os olhares de horror desapareceram. Os sussurros diminuíram. E ao encarar o próprio reflexo usando a máscara branca, ela percebeu algo perturbador: sentia-se mais confortável escondida atrás do rosto da mãe do que mostrando o próprio. Desde então, a máscara deixou de ser apenas uma lembrança, tornou-se um refúgio.

No começo vieram apenas os sonhos.

Sons nos corredores. Vozes chamando seu nome. Pessoas observando pelos cantos da mansão. Figuras paradas no jardim morto do lado de fora. Quando perguntava sobre aquilo, Viktor mandava que ela se calasse. Alaric dizia que era imaginação.

Mas não era.

Eles vinham nos sonhos trazendo nomes, lugares e coordenadas impossíveis. Cemitérios abandonados. Casas vazias. Árvores específicas na floresta. E toda vez que Isolde seguia aquelas instruções… encontrava algo real.

Um corpo enterrado, um objeto perdido, um símbolo oculto. Ela passou a temer o próprio reflexo. Por que os mortos falavam justamente com ela? O que havia de errado nela? Ela era amaldiçoada? Ou… escolhida?

Isolde nunca conheceu o mundo além dos portões da mansão. Sua vida inteira foi composta de corredores escuros, chuva batendo nas janelas e cochichos vindos do vazio. Sua única companhia verdadeira eram seus três cães de caça: Dusk, Ash e Thorn; treinados por Alaric desde filhotes. Animais ferozes com estranhos hábitos: rosnavam para quartos vazios, latiam para espelhos e se recusavam a entrar em determinados cômodos da casa.

Com o tempo, Isolde começou a perceber algo ainda pior, os espíritos não apenas falavam com ela, eles pareciam conhecer sua mãe. E alguns insistiam numa frase que jamais saiu de sua cabeça: “Ela nunca realmente foi embora.”

Agora, pela primeira vez na vida, Isolde deseja deixar a Mansão Voss. Não apenas para conhecer o mundo… mas para descobrir o que ela realmente é.

Porque no fundo existe uma pergunta que a atormenta mais do que fantasmas, mais do que os sonhos e mais do que a máscara escondida:

Se sua mãe morreu naquela noite…

por que às vezes Isolde consegue ouvir a voz dela chamando do outro lado da porta?

⬩ Campanhas

Ravenloft: Segredo das Brumas | Temporada 1

Campanha em andamento.

⬩ Curiosidades

  • O nome Isolde não teve uma referência famosa como parece, foi escolhido apenas por ser bonito; embora ele remeta a histórias famosas como a de Tristão e Isolda.

  • O que Isolde vê no espelho na verdade é ela mesma porém com a consciência totalmente corrompida.

⬩ Links

Ficha (DND Beyond)


Apelidos A Filha dos Voss

Títulos

Pronomes Ela/dela

Raça Hexblood

Classe Ladina
Phantom

Idade 25

Idiomas Comum
Dracônico
Élfico
Infernal
Língua de Ladrão

Locais Barovia
Ravenloft

Jogador Márcio Clini