
Askamanus foi um necromante antigo que, durante a Terceira Era, criou pragas mágicas e organizou atentados biomágicos contra as nações de Puglia e Corus. Acreditado morto após uma campanha de caçadas na Era Esquecida, seu retorno (ou aparição ritual) reacendeu cultos secretos. Mesmo após a morte final de seu corpo, os seguidores — os Filhos de Askamanus — preservaram sua doutrina: usar a morte como ferramenta de purificação e renovação, espalhando doenças mágicas como forma de “correção” social e política. Em Corus, a facção age como uma sombra contra o Império Toriano e seus aliados.

Tamanho
Tamanho desconhecido devido a quase crença da inexistência desta facção, últimos registros suspeitam de até 100 membros dentro deste grupo.
Liderança
Mestre Korlun, Sibil Vex, Tôr e O Silente.
Funções
Seguem as funções e organizações da facção:
A Égide (Conselho) — 5 lideranças (membros sobreviventes mais antigos, cada um com um título ritual): Mestre de Ossos, Tece-Pútrida, Arauto do Véu, Guardião dos Fragmentos, Confessor Silente. Mantém a doutrina e os ritos maiores.
Heraldos Regionais — comandam operações em regiões maiores (ex.: Corus central, litorais, distritos do Império Toriano).
Capítulos (Células) — 6–12 membros: 1 Líder de Capítulo, 1–3 necromantes/aprendizes, 1 alquimista de pragas (ou “curandero invertido”), 1 infiltrador, restante composto por recrutas/assassinos.
A Filiação — “Iniciados”, “Devotos” (juramento), “Servidores” (tarefa impura) e os “Ascéticos” (membros que completaram ritos de despojamento).
Esconderijos Móveis: não há uma fortaleza única; preferem criptas redesenhadas, navios necrológicos, mausoléus falsos.
Não se sabe exatamente como os filhos de Askamanus surgiram, mas suspeita-se que um de seus aprendizes na arte da magia (na época de sua atuação, Askamanus tinha muitos seguidores, alguns dos quais desejavam aprender a antiga arte da necromancia) tenha iniciado a escola necromântica que hoje é conhecida como Filhos de Askamanus, é evidente que todos seguem alguns de seus ensinamentos que foram registrados no -- Cronos Mortis -- uma espécie de livro dos mortos.
Apesar de Askamanus ter atuado mais arduamente em Puglia, Corus foi sua terra de origem, e muitos de seus seguidores encontraram mais rastros de sua inteligência lá, já que os grandes rastros deixado em Puglia haviam sido destruídos por clérigos da Ordem de Lurkron séculos atrás.
De forma sistemática tornou-se o objetivo desses 'filhos' trazer seu mestre de volta mas também continuar seus experimentos em pessoas comuns, desenvolvendo doenças e até mesmo criaturas que pudessem moldar o mundo como conhecemos. Durante a quarta era sua antes dúvida de existência se tornou real quando começaram a assumir certos atos considerados terroristas por Corus, tudo começou em Joernal, um vilarejo inteiro quase todo reduzido a corrupção de uma doença mágica.
Valores
Existem alguns valores bases que os necromantes seguem como:
A morte vale a pena se o avanço da necromancia é a recompensa.
Somente através das grandes pestes que os mortais se fortalecem, os fracos que padecem cedo não merecem se juntar ao futuro.
Mortos tem mais a ensinar do que os vivos, mesmo aqueles que falharam em suas pesquisas.
Askamanus era um gênio, seus feitos precederam movimentos mágicos sem poupar vidas, em troca do poder e da melhoria das raças mortais.
Regras
Com toda certeza regras não são muito comuns para uma sociedade necromantica cujo objetivo é quebrá-las para testar, mas todo grupo tem uma ou outra regrinha.
Manter o anonimato, a ordem é pequena e fraca ainda, é preciso testar em descrição para que toda uma célula não seja desmantelada.
Nunca duvidar dos ensinamentos de Askamanos, ele previu acontecimentos posteriores a sua era, e sua visão arcana ainda é superior a de muitos.
Não tenha piedade ou clemência de suas cobaias, parte do experimento par o melhoramento exige um sangue frio.
Tradições
O grupo tem algumas tradições no sentido científico:
Sempre registrar seus progressos e falhas, assim como Askamanos deixou para trás seu conhecimento, devemos registrar tudo para que os próximos ultrapassem as suas falhas.
Religião
Não existe uma religião em si dentro do grupo, mas todos acreditam que a volta de Askamanus como um novo avatar é real e possível. Através de seus rituais alguns poucos dizem conseguir entrar em contato com o antigo conjurador, que presta a eles consultorias sobre seus avanços como necromantes.
Tipo Facção Criminosa\Terrorista
Locais Corus Ocidental
Aliados Nenhum conhecido
Rivais Império de Toria e seus aliados