Mãe das Raízes Profundas

“A senhora da Fraternidade da Runa Cinza e protetora do passado”

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Informação Básica

Malithis, a Mãe das Raízes Profundas, é a deusa da terra, da memória e das civilizações antigas. Ela representa a conexão entre o presente e o passado, a ideia de que nada realmente desaparece, somente se transforma. Sua presença pode ser sentida em ruínas esquecidas, em florestas que cresceram sobre cidades perdidas e nas histórias transmitidas de geração em geração. Seu culto preza pela preservação da história e do conhecimento, garantindo que os erros e glórias do passado não sejam esquecidos.

Simbolismo

Malithis é frequentemente representada como uma figura feminina feita de raízes e pedra antiga, com um olhar sereno e profundo, como se guardasse todas as histórias do mundo. Algumas representações a mostram com um pergaminho ou uma árvore esculpida em suas vestes, simbolizando a interligação entre o conhecimento e a natureza.

  • Símbolo Sagrado: Uma árvore de raízes entrelaçadas em espiral.

  • Cor Sagrada: Verde musgo e marrom terroso.

  • Animal Sagrado: A tartaruga, representando longevidade e sabedoria ancestral.

Ideais

"O Passado Nunca Morre"
Tudo o que foi feito ainda ressoa no presente. Para compreender o agora, deve-se olhar para o que veio antes.

"Raízes Profundas Não São Abaladas Pelo Vento"
A tradição e o conhecimento antigo sustentam aqueles que buscam estabilidade. Aqueles que esquecem suas origens são como folhas ao vento.

"Memória é Poder"
Aquele que guarda os segredos do passado tem a chave para moldar o futuro. Histórias, lendas e verdades enterradas podem ser armas ou bênçãos.

"A Terra Guarda Tudo"
O que foi perdido sempre pode ser encontrado. Nenhum conhecimento se extingue, somente aguarda ser redescoberto por aqueles dignos de sua sabedoria.

Mitos e Crenças

🍃 O Vento e a Roda (Veyla e Malithis)

Os comerciantes de Valfior acreditam que a roda da fortuna de Veyla gira com os ventos da história, soprados por Malithis. Assim, mudanças econômicas e sociais são vistas como ciclos inevitáveis, onde aqueles que se adaptam prosperam, e aqueles que resistem são esmagados pelo tempo.