Natasha Sangue-Valente é uma personagem interpretada por Márcio Clini na campanha Raízes da Perdição.
"Amon exige, eu entrego!"

Aparência
Natasha é uma Elfa adolescente de tamanho normal, com presença muito marcante devido a sua beleza. Sua pele é clara, seu cabelo é grande e loiro, seus olhos são levemente rosados.
Por ser de família rica, ela veste roupas caras, que inclusive escondem seus equipamentos e armadura.
Personalidade
Natasha é uma jovem de personalidade forte, de certa forma até um pouco arrogante devido à posição social e convivência com a família; porém por trás disso existe um coração mole que ela faz questão de esconder o máximo que pode.
Natasha é um pouco prepotente e tem um problema muito grande com obedecer ordens; sendo a filha mais nova de uma família rica e de ótima aparência ela é acostumada a ter tudo que quer e que façam quase tudo por ela, isso faz com que algumas pessoas acabem não gostando dela, o que não a afeta nem um pouco.
Ela costuma usar do seu charme para conseguir o que não dão para ela prontamente.
Família
Archibald Sangue-Valente
Pai
Elric Sangue-Valente
Irmão mais velho
Loren Sangue-Valente
Irmã mais velha
Aliados
Amon
Inimigos
Backstory
Natasha Sangue-Valente é a filha mais nova da família Sangue-Valente, uma linhagem de caçadores de recompensas renomados e temidos em todo o reino. A família Sangue Valente é conhecida por sua habilidade implacável e sua falta de piedade, e Natasha foi treinada desde criança para seguir os passos de seus ancestrais.
Natasha cresceu em um ambiente de treinamento constante e competição feroz com seus irmãos e irmãs. Ela é uma jovem de 17 anos, sendo conhecida por sua agilidade e habilidade com armas.
Natasha começou seu treinamento buscando alguns tesouros escondidos em lugares cheios de armadilhas, caçando monstros pequenos, bestas, criaturas raras e até alguns demônios mais fracos; acostumada a manejar vários tipos de armas ela acabou se interessando mais por usar armas à distância, inclusive usava os rifles mágicos da família para caçar certos monstros. Sempre caçando com seu pai, depois que foi crescendo começou a fazer os serviços sozinha, usando as próprias armas, aprendendo a fazer elas, sobreviver sozinha em lugares hostis e tudo mais.
Quando Natasha fez 17 anos o seu pai Archibald delegou a ela seu primeiro serviço de execução; se tratava de um criminoso de uma gangue que havia insultado um líder de outra gangue menor, Natasha fez o serviço sem problema ou remorso algum por se tratar de um criminoso, desde então essas execuções começaram a ficar naturais para ela.
Os trabalhos foram evoluindo, logo depois foi designado um trabalho para executar um político de baixo escalão conhecido como Gorlandi Velhavia, dessa vez ela ficou um tanto apática, não foi nada tão simples quanto o outro trabalho afinal não era pessoal, mas por se tratar de um político qualquer ele fez o serviço sem problemas. Desde então, Natasha começou a matar pessoas com uma certa naturalidade, embora tivesse começado a se questionar sobre a necessidade de certas pessoas falecerem. As coisas começam a fazer mais sentido para Natasha, ela passou e entender melhor a fama sombria que a família tinha e o motivo de terem tanto dinheiro, afinal assassinatos custam caro; embora eles tivessem sido contratados para fazer os serviços, a família Sangue-Valente acabou adquirindo uns desafetos pela cidade.
Um dia, Natasha recebe uma missão de seu pai para matar um alvo específico. No entanto, quando ela chega ao local, ela descobre que o alvo é uma jovem mulher pobre e quando ela vai executá-la, ele vê duas crianças indo para seus braços, felizes com a chegada da mãe, que estava trazendo a janta da noite; Natasha hesita ao puxar o gatilho, deixando suas emoções tomarem conta e não consegue matá-la.
Tomada pela culpa e experimentando pela primeira vez um sentimento chamado “Compaixão”, sentimento esse que ela nunca havia experimentado, Natasha se pegou chorando e tomada pela culpa, decide auxiliar a mulher.
A mulher, que se apresenta como Sophia BomCultivo, é grata a Natasha por salvar sua vida. Ela explica que é uma testemunha de um crime cometido por uma organização poderosa chamada O Bando do Grão Partido, e que está desesperada, pois agora tem certeza que sua vida e de seus filhos correm perigo.
Sophia pede a Natasha que a ajude a encontrar um lugar seguro para se esconder e a proteger da organização. Natasha concorda em ajudá-la, e consegue levar ela para outra cidade juntamente com seus filhos. Até Sophia arrumar um trabalho, Natasha levava dinheiro para ela conseguir sustentar ela e a seus filhos, e acabou se apegando a família, que ela visita escondida periodicamente. Mesmo depois de Sophia conseguir estabilizar sua vida, Natasha continua visitando eles sempre que pode, pois acabou criando um certo carinho pela família, ela até ensina os filhos de Sophia a atirar com arco; eles adoram quando a “tia Natasha” chega para vê-los.
Quanto ao serviço, Natasha mentiu para seu pai dizendo que acabou tendo que se livrar do corpo, por conta disso não se teve notícias da morte dela.
Raízes da Perdição | Temporada 1
Natasha iniciou começou a trilhar os caminhos e seguir os ofícios da família quando acabou se vendo trabalhando em equipe, equipe essa que acabou ajudando ela a procurar o irmão Elric desaparecido. No início Natasha queria somente “usar” seus companheiros, mas acabou se apegando a eles, enfrentou ameaças crescentes: homens-ratos, cultistas de Xhavos, e os primeiros sinais da corrupção que brotava sob Valfior.
Natasha foi infectada com a maldição do rato, mas foi curada pelo toque da deusa Orlannis, a qual começou a se interessar desde então. Natasha foi com o grupo até a galeria dos espíritos enfrentando várias criaturas até encontrar Raska, Natasha chegou a cair, mas Tse'tsiliya a salvou; e juntos acabaram encontrando seu irmão desaparecido Elric Sangue-Valente.
Voltando para a cidade teve a triste surpresa, sua mansão em chamas e juntamente a notícia: seu pai Archibald estava morto. Ainda desolada, ela ficou firme e se manteve junto a família, tendo sido acolhidos pelo Duque. Após esse evento traumático, Natasha se entregou ao seu instinto, e se tornou uma Emboscadora Sombria, ganhando de presente Matilda, a arma de sua mãe.
A nova ameaça veio na forma da Confraria, um mercado clandestino operado por criminosos e assassinos. Para obter convites, o grupo aceitou contratos sombrios, inclusive a morte de uma elfa sombria chamada Lady Meridrys Calith – um alvo que falharam em eliminar. Em vingança, uma aliada, Meridrys sequestrou Veyrina Valfior, filha do duque, levando o grupo novamente ao subsolo.
Nos subterrâneos, enfrentaram um dragão das sombras, cultistas enlouquecidos e o demônio conhecido como Barlgura. Ao emergirem, encontraram Valfior devastada: o Duque estava morto, e a cidade mergulhava no caos.
A Missão final levou o grupo ao subterrâneo novamente, atrás de Morgath (Thamgor), chegando lá encontraram um enclave da Tríade violado e uma carta assinada por Lût Heren, a Cavaleira Vermelha, revelando que uma antiga irmã da ordem, Tse’varra, havia sido deixada como semente viva no coração das trevas. Tse'tsiliya encontrou e libertou Tse’varra, que se sacrificou para conter a infestação. Na batalha final contra Morgath (Thamgor), após ver companheiros caindo, Natasha se lembrou de quando Orlannis falou com ela em sonho com o seguinte dizer: “Seja a minha lâmina”, e disse:
“Orlannis,
Você me salvou da morte
Pediu para eu ser a sua lâmina…
Se existia alguma incerteza em meu coração agora não existe mais!
Me dê forças
Guie meus ataques
E eu serei a sua mão aqui na terra
No dia mais claro
Na noite mais escura
Que o mal, tema a minha justiça
Nenhum inocente irá cair mais pela sua mão!”
Eis que então Orlannis escutou seu pedido e acatou a sua decisão, e com sua benção ajudou Natasha a desferir o ataque que matou Morgath. Após isso, vendo que Ozur Treventhor estava caído prestes a perecer, sentiu que ela conseguia curar seus aliados também, coisa que ela não fazia ideia que conseguia, visto que ela era uma assassina. Esses acontecimentos fizeram com que ela se aproximasse ainda mais da deusa e fez com que ela ganhasse um novo propósito.
Raízes da Perdição | Temporada 2
Após enfrentar Nyarlathotep, Tse’tsiliya foi selada no subsolo e aprisionada pela Coroa da Voracidade. Dominada por visões fragmentadas de seu passado e de uma vida alternativa com o irmão, ela quase se perdeu ao assumir o controle dos homens-rato. A comunicação com Tse’varra, que havia sobrevivido, permitiu que ela resistisse até ser resgatada por seus companheiros, que removeram a coroa.
Com o Martelo da Maré, os homens-rato foram curados, enquanto a Coroa da Voracidade ficou sob a guarda de Alvyn Garrick. O grupo seguiu pelas profundezas, cruzando um grande lago subterrâneo e enfrentando mortos-vivos, e assombrações, onde conheceram Lyea e seus pais, donos de uma ilha-taverna. Até chegar ao Templo da Água, corrompido por um dragão, que Natasha o ajudou a se libertar.
A jornada levou à fortaleza caída da Tríade do Crepúsculo no subsolo, onde Tse’tsiliya reencontrou Tse’varra. Juntas, restauraram a ligação do local com a Grande Árvore, mas decidiram recuar ao perceber que enfrentar os ilitides para recuperar a joia seria fatal naquele momento. De volta à superfície, descobriram que outra joia havia sido levada para Rochedo Azul.
A viagem até os anões foi marcante, Nodarath com seu passado, Ozur com a responsabilidade de defender um povo. Para impedir uma catástrofe, o rei dos anões sacrificou-se ao dar seu próprio coração para a montanha. Logo depois, Rochedo Azul foi invadida por Toria, e o grupo lutou ao lado dos anões, enfrentando até mesmo uma criatura estelar caída de um meteoro, derrotada com a ajuda do herói Dalem Cryman.
Com um navio voador concedido pelos anões, seguiram para Toria. Lá, trabalhando para o criminoso Mirzha, acabaram presos após uma missão fracassada. Julgados, foram condenados a servir a própria coroa de Toria, Natasha recebeu uma marca que a proibia de desobedecer as ordens do reino; cujo rei, em segredo, desejava as joias e o poder da coroa. Natasha recebeu a ajuda de Tse'tsiliya para tirar a sua marca, levando ela para a Tríade do Crepúsculo, fazendo um ritual de retirada da marca e ganhando uma da Tríade, se tornando agora parte dela. Em meio a trabalhos forçados para um nobre aberrante e um ilitide infiltrado, quase morreram em um assalto ao Banco Central. No último instante, Nodarath usou Wish para teletransportá-los de volta ao navio, mas Múrran ficou para trás.
Tse'tsiliya foi tomada por uma revolta sem precedentes e acabou se aliando a Mirzha pra causar praticamente uma guerra civil na capital, em troca de ajudar a salvar o Múrran; com o apoio de Natasha e Rhogar ela conseguiu resgatar ele.
A parte crítica tinha chegado, a invasão ao palácio de Toria, onde a joia alimentava uma arma devastadora movida pela loucura do rei. Enquanto Nodarath e Dalem, ao lado da Bruxa, enfrentavam Ozur com Belial, Natasha fugiu com Tse'tsiliya, Adamas e Rhogar instantes antes da explosão que destruiu o palácio, devastou o centro da capital e lançou Toria ao colapso.
Raízes da Perdição | Temporada 3
A batalha contra Belial tomou proporções piores do que eles esperavam, Dalem foi morto e por conta da forma que morreu foi transformado em um Ballor, e justamente ele acabou matando Nunatak o cortando ao meio. Akaryu e Lyea morreram pelas mãos de Belial, e por fim a Natasha após machucar muito Belial e fazer tudo que podia pra proteger Ozur, acabou caindo e não resistindo aos ferimentos, porém diferente dos outros Natasha foi puxada para o inferno, e acabou acordando nos domínios de Amon.
Inicialmente Natasha ficou sem entender, ela sentia que não deveria estar ali, mas aquele lugar era estranhamente "familiar" e aconchegante pra ela de certa forma. Quando foi recebida pelo mordomo e levada à presença de Amon, que não era nem um pouco parecido com o que ela esperava, ele tinha boa aparência o que acabou fazendo a Natasha se sentir mais à vontade perto dele. Amon mostrou que sabia dos feitos de Natasha e acabou a convidando para ter o título de "Lâmina de Amon", visto que Orlannis não exercia mais influência sobre ela, e ela estava se sentindo abandonada, tendo que engolir o luto e seguir com a missão, acabou sendo um alvo fácil; pra uma garota que tinha a índole questionada por alguns de seus amigos, agora ser prontamente recrutada justamente por seus atos mais questionáveis acabou animando ela mais do que devia.
E no final das contas a garota vinda de uma família de assassinos, que por sua dúvida entre Vontade e Instinto, que quis lutar pela justiça e fazer o bem e no final o destino a fez se render ao seu instinto; Natasha não foi criada pra ser salvação, ela desde o início estava predestinada a ser o julgamento.
Não a justiça pura que ela tanto tentou representar sob a luz de Orlannis… mas o tipo de justiça que nasce nas sombras, onde não existe absolvição, apenas sentença.
Naquele salão alegre e familiar, diante do sorriso calmo de Amon, ela finalmente entendeu algo que passou a vida inteira tentando negar: apesar dos seus atos de bondade… sempre havia alguém que exergasse em seus atos crueldade.
E talvez… só talvez… aquele fosse o idioma que o destino sempre quis que ela falasse.
Naquela hora, Natasha enterrou a última parte da garota que queria ser heroína.
E quando aceitou o novo título, não houve lágrimas.
Não houve dúvida.
Não houve oração.
Apenas um novo nome ecoando como uma profecia:
Natasha, a Lâmina de Amon.
E onde antes ela caçava monstros, agora tinha decidido que era um.
Natasha ao ser levada aos seus aposentos passou por umas selas, e em uma delas estava Lurkron, que com um semblante desesperado suplicou: "Me tira daqui!"; Natasha ficou surpresa mas não demonstrou, algo na consciência dela deu um estalo, o que ela vai fazer com essa informação nem ela sabe.
O pai dela não deixa ela trabalhar com armas de fogo ainda por ser muito nova.
A Família Sangue-Valente é inspirada na Família Zoldyck de Hunter X Hunter.
Apelidos Platinada
Socialite do Inferno
Títulos Lâmina de Amon
Pronomes Ela/dela
Raça Elfa
Classe Patrulheira
Perseguidora Sombria
Idade 18
Idiomas Abissal
Comum
Élfico
Halfling
Infernal
Primordial
Locais Valfior
Ducado de Valfior
Jogador Márcio Clini