⬩ Introdução

Sherry era filha de um chefe de um bando de homens das sombras, raça que na primeira era tinha servido ao Merlin, que habitavam as regiões próximas das florestas a leste da corte do rio, em Skuggheimr. Naquele tempo, cuidavam de territórios e exigiam tributos aos habitantes de seus territórios, incluindo um grupo de orcs que vivia nas florestas. Ela foi enviada para o vilarejo depois de um acordo Astunastá firmado por um dos diplomatas da tribo dos orcs, que negociou em troca da aldeia não ser eliminada pelos homens das sombras. O negociador era Tarful.
O Astunastá era um rito de compromisso — e Tarful havia concordado com a palavra sem saber o que significava. A cerimônia aconteceu naquela noite: fogueira, testemunhas, a filha do chefe apresentada ao clérigo anão que havia salvo a cidade. Um beijo selou o casamento — e na espécie de Shery, um beijo gerava gravidez. Dias depois ela revelou a Tarful que esperava ao menos quatro filhos. Quatro era bênção. O casamento havia sido aceito pelos que eram sagrados para o seu povo.
Em Skuggheimer, acabou viajando uma parte da jornada junto de Tarful. Na jornada, eles eventualmente foram para o templo de Lurkron, que estava lacrado e assombrado por um leviatã. Devido a gravidez, Tarful pediu que ela aguardasse na caverna, enquanto ele investigava o perigo. Em seguida, iniciou uma batalha, na qual força das ordens de Lurkron vindas de Namar, para auxiliar a combater as forças de Merlin. Depois da batalha, os clérigos subiram depois da batalha, encontraram seu corpo e três corpos pequenos. O quarto filho havia sobrevivido e foi levado por Joe, o homem estava no templo — mas Sherry nunca soube. Tarful a enterrou um pouco afastado da árvore do templo, ao lado de Aluvial, e agradeceu por tudo que ela havia feito — e lamentou não ter voltado a tempo.

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⬩ Descrição

Aparência

Aparência


Personalidade

Sherry era persistente e otimista com a convicção de quem não aprendeu a desistir — não por ingenuidade, mas por uma fé genuína de que as coisas tendem a se resolver se alguém não parar de empurrá-las na direção certa. Havia uma ingenuidade nela também, como camada mais superficial: não era calculista, não antecipava traições, não lia o mundo com a suspeita que a maioria dos habitantes de Skuggheimr havia desenvolvido por necessidade. Mas essa ingenuidade coexistia com uma competência prática considerável — quando Tarful Traventhor estava preso nas catacumbas, foi ela quem o libertou, sem drama e sem esperar reconhecimento.

A relação com Tarful foi construída sobre uma base impossível — um casamento selado por uma palavra que ele havia aceito sem entender o significado — e mesmo assim Sherry não tratou o marido como um fardo ou como um equívoco. Ela o tratou como alguém que havia chegado para ficar, e agiu em conformidade. Quando descobriu que estava grávida — e que esperava ao menos quatro filhos, o número da bênção na cultura do seu povo — não havia ansiedade na forma como carregou isso. Havia expectativa. Quatro significavam sorte. Quatro significavam que o casamento improvisado às margens de uma fogueira havia recebido o aval do que era sagrado para o seu povo.

Morreu esperando que ele voltasse. Ele havia pedido que ficasse na caverna. Ela ficou. Os registros não preservaram o que pensou durante as horas que o esperou — mas preservaram o que encontraram depois: três corpos pequenos com o dela. Três, não quatro. Na cultura de Sherry, isso significava o oposto de bênção. O quarto filho sobreviveu — mas ela não viveu para saber.

⬩ Relacionamentos

Nome
relação


Pronomes Ela/dela

Raça (Não sei o nome deles)

Idade 25?

Afiliação Afiliação

Rank Rank

Ocupação Ocupação

Locais Skuggheimr
local